Mudanças climáticas, desastres naturais
e prevenção de riscos

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Estudo descarta presença do oxigênio no núcleo externo da Terra

O oxigênio não é um componente significativo no núcleo externo da Terra, a camada líquida que cobre seu núcleo interno e central, segundo informa um estudo publicado nesta quarta-feira na revista britânica Nature. Uma equipe de cientistas liderada por Yingwei Fei, do Carnegie Institution de Washington, chegou a esta conclusão depois de fazer experimentos geofísicos com materiais que poderiam estar nessa zona, como o sulfureto, o carbono e o próprio oxigênio.

Há muito tempo sabe-se que o núcleo externo da Terra (líquido) é formado, principalmente, por ferro, mas se suspeita que também exista em menores quantidades outros elementos mais leves que influenciam na geração do campo magnético terrestre. A identificação desses elementos leves esclareceria fatos sobre a época adiantada de formação da Terra e sobre a composição do núcleo central terrestre (sólido), que continua sendo um mistério.

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De acordo com a teoria proposta por Yingwei e sua equipe, que contou com a colaboração do especialista Haijun Huang, da Wuhan University of Technology na China, quando se diferenciaram os dois núcleos terrestres, pôde haver um ambiente "reduzido" e menos oxidado, o que indicaria um núcleo central em oxigênio. Yingwei disse para a Nature que, depois de constatar em seus experimentos a ausência de oxigênio, os pesquisadores deveriam agora "se concentrar na potencial presença de elementos como o silicone no núcleo externo atual".

Dada a impossibilidade de chegar ao centro da Terra, os cientistas tiveram que utilizar técnicas de laboratório para poder comprovar quais elementos poderiam estar presentes na camada que cobre o núcleo central terrestre. Os cientistas costumam obter detalhes sobre o funcionamento e a composição das camadas internas do planeta, como suas diferentes densidades e a velocidade à qual viaja o som, através de observações dos movimentos sísmicos, mas, para contrastar os dados, devem realizar experimentos com modelos simulados em laboratório.

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Para realizar os experimentos deste estudo foram utilizadas ondas de choque sobre os materiais que poderiam estar no núcleo externo, como ligas de metais de ferro, sulfureto e oxigênio. As ondas reduziram estes materiais a um estado líquido e então os especialistas mediram sua densidade e a velocidade à qual se transmitia o som sob condições comparáveis às do núcleo externo da Terra.

Os especialistas concluíram que o oxigênio não podia ser um componente significativo no núcleo externo, uma vez que os resultados obtidos no laboratório com os materiais ricos em oxigênio não coincidiam com os registrados nas observações sísmicas.

Fonte: Terra.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Mudanças climáticas ameaçam o Himalaia

Cúpula, realizada no Butão, discute soluções para uma das áreas de maior biodiversidade do mundo
Chuvas erráticas, geleiras que se derretem e uma biodiversidade ameaçada são os sintomas da mudança climática na cordilheira do Himalaia, enquanto os governos da região se esforçam para encontrar soluções o mais rápido possível.

Um exemplo da necessidade de cooperar é a Cúpula do Clima pela Vida do Himalaia, que ocorreu neste último fim de semana no Butão com a participação também de dirigentes da Índia, Bangladesh e Nepal, para elaborar estratégias de adaptação à mudança climática.

Os especialistas constatam que a quantidade de neve na cordilheira diminuiu e que o aumento das temperaturas está derretendo as geleiras, o que terá efeitos sobre o nível dos rios que nascem nela.

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Também correm perigo a fauna e a flora dessas montanhas que percorrem o norte da Índia e atravessam Nepal e Butão, consideradas pela organização WWF uma das áreas de maior biodiversidade do mundo.

"Existe um impacto acelerado de um planeta cada vez mais quente, pressões da crescente população humana sobre seus recursos e uma extração insustentável de produtos florestais", denuncia a WWF.

Nos montes do Himalaia, foi documentada a presença de 10 mil espécies de plantas, 977 aves, 300 mamíferos, 269 peixes de água doce, 176 répteis e 195 anfíbios. Além disso, alguns grandes animais selvagens, como elefantes, tigres e rinocerontes costumam passar inadvertidamente de um país para o outro, motivo pelo qual os ambientalistas reivindicam uma ação além das fronteiras.

"Precisamos que as florestas estejam conectadas para proteger a biodiversidade", disse o organizador da Cúpula, Nwang Norbu, em uma videoconferência transmitida da capital do Butão para a imprensa em Katmandu.

Esta é a primeira vez que se discutem os problemas do Himalaia de maneira específica. Por isso, os organizadores da conferência depositam bastante esperança em relação a novas linhas de atuação.

Segundo Jayaram Adhikari, do Ministério do Meio Ambiente nepalês, ainda existem arestas organizacionais para serem aparadas, mas a conferência já se divide em quatro seções: biodiversidade, alimentação, segurança energética e gestão de água.

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Este último assunto é o que desperta mais preocupação, pois os rios que nascem no Himalaia abastecem milhões de pessoas no subcontinente indiano, além de regar as plantações que os alimentam e lhes fornecem eletricidade.

"Trabalhamos para compartilhar informações sobre fluxos de água nos rios, assim como sobre a quantidade de chuva e temperatura. Há muito poucos dados científicos disponíveis para uma análise apropriada", explicou Adhikari.

O ciclo de chuvas em transformação gerou no passado efeitos devastadores em zonas da Índia e Bangladesh, onde se registraram inundações, e está tendo efeitos sobre a segurança alimentar dos habitantes.

Enquanto agora no Nepal chova mais do que antes, em alguns lugares do subcontinente onde a monção que chega sempre na mesma data, as chuvas vem com atraso. "Há lugares onde as casas costumavam ter telhados de palha. É preciso criar estratégias de adaptação, pois agora a chuva poderia arrasá-las", alertou Adhikari.

Segundo o organizador da Cúpula, a troca de tecnologia para criar cultivos resistentes à seca poderia ser uma forma de cooperação. No horizonte de colaboração aparecem também os intercâmbios energéticos e econômicos, porque a Índia importa energia hidrelétrica a partir do Butão e suas empresas iniciaram a construção de novas unidades no Nepal.

Contudo, isto ocorre em paralelo com o derretimento das geleiras e a formação de lagos que ameaçam, enquanto novas rachaduras ocorrem, povoados localizados em altitudes mais baixas.

"Os países não podem sozinhos diminuir os efeitos da mudança climática, precisamos cooperar porque isso reduzirá os custos e poderemos compartilhar conhecimento", disse à Agêcia Efe o porta-voz do ministério do Meio Ambiente do Nepal, Meena Khanal.

Fonte: iG.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Lixo espacial pode dificultar uso de satélites no futuro, diz especialista

Mais um objeto espacial deve cair na Terra nos próximos dias. Agora, trata-se da sonda interplanetária Fobos-Grunt, lançada de uma base do Cazaquistão e que se perdeu no espaço. Segundo especialistas, ela deve "aparecer" em algum ponto do planeta a partir de 3 de dezembro. O caso alerta, mais uma vez, para a quantidade de objetos espaciais que são lançados sem preocupação com o fim de sua vida útil. "Podemos chegar a uma época em que não poderemos mais usar tecnologias como o satélite devido ao grande número de dejetos que vão estar no espaço", explica Renato Las Casas, professor do Departamento de Física do Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A Nasa já informou que a quantidade de detritos suspensos no espaço alcançou um ponto crítico, o que gera perigo, principalmente, para satélites e astronautas. De acordo com a agência espacial americana, são tantos os objetos que vagam pelo espaço no momento que é grande a chance de colisão. Com isso, ainda mais lixo seria gerado, aumentando os riscos de danificar outros aparelhos espaciais. "Os detritos espaciais aumentam geometricamente", declara Las Casas.

Embora a ONU tenha um subcomitê jurídico que aponta diretrizes para o uso espacial, os países dificilmente as cumprem, e acidentes graves já ocorreram em decorrência do acúmulo de aparelhos e fragmentos deles no espaço. Na opinião de Las Casas, a legislação não ganha força porque as agências espaciais estão mais preocupadas com o lucro que suas atividades podem gerar.

Quando o lixo espacial vira terrestre
Quando os objetos espaciais param de funcionar como deveriam (por perder sua validade ou ser afetado por algum problema), perdem a velocidade com a qual orbitam a Terra. Quando essa velocidade diminui muito, a força gravitacional terrestre puxa os objetos em direção ao planeta, gerando as quedas. Thais Russomano, coordenadora do Centro de Microgravidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) afirma que, apesar da frequência com que detritos de lixo espacial retornam à Terra, a probabilidade do objeto acertar alguém é rara porque nosso planeta tem mais água do que terra - e esta, por sua vez, não é totalmente habitada.

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Estatisticamente, a chance é pequena de algum objeto espacial cair em porção habitada. Mas especialistas que procuram a sonda russa projetam que sua queda possa ocorrer sobre os territórios dos Estados Unidos, China, África, Austrália, sul da Europa ou Japão. Já foi divulgado que os EUA e a China têm mísseis capazes de abater a espaçonave, que pesa 13,5 t. Contudo, esta proposta só aumentaria ainda mais o número de detritos espaciais.

Segundo Thais Russomano, explodir satélites ou outros objetos espaciais pode agravar ainda mais o problema, pois vários componentes, bem como a poeira originada na explosão, ficariam orbitando o planeta.

Há solução?

Se a população mundial começou a se preocupar com o lixo produzido no planeta apenas há 50 anos, a consciência de que a atividade espacial também produz dejetos veio ainda mais tarde. O professor da UFMG relata que há 20 anos cientistas já falavam em lixo espacial, mas em lugares restritos. A preocupação com o tema é recente e é consequência dos artefatos que volte e meia caem e são divulgados pela mídia.

Thais Russomano diz que já existem planos de que as agências espaciais, responsáveis por terem colocado os satélites (ou outros objetos) em órbita ou mesmo tenham produzido lixo cósmico de outras formas, comecem um processo de limpeza. No entanto, o custo da limpeza é muito alto e ainda não há solução para este problema.

Já Renato Las Casas conta que existem ideia para se fazer esta faxina - como uma grande rede que recolheria os dejetos ou pistolas a laser que consumissem com os detritos. Porém, todas elas são impraticáveis por enquanto. "Por enquanto, o que podemos fazer é diminuir o envio de artefatos para o espaço", alerta.

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Uma medida apontada por Las Casas seria a instalação obrigatória de um dispositivo que o lançasse para mais longe da Terra após sua vida útil - não evitaria o lixo, mas diminuiria a concentração dele na órbita da Terra.

A sonda perdida
A missão da sonda interplanetária Fobos-Grunt seria de 34 meses e teria o objetivo de trazer a Terra uma amostra de 200 gramas do solo de Marte. O projeto custou US$ 170 milhões e tinha a intenção de estudar a matéria inicial do sistema solar e explicar a origem de Fobos e Deimos, a segunda lua de Marte, e de outros satélites naturais do sistema solar.

A tentativa anterior da Rússia de enviar um aparelho a Marte, em 1996, terminou fracassada depois da queda da sonda Mars-96, no oceano Pacífico, sem sequer alcançar a órbita terrestre.

Fonte:
Terra.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Cientista desenvolve spray que detecta tumores em poucos minutos

Tecidos com células cancerígenas brilharam 20 vezes mais que o restante após serem pulverizados com o reagente

Uma equipe liderada por dois cientistas japoneses desenvolveu um reagente que provoca o brilho de células cancerígenas e facilita, assim, a detecção de tumores muito pequenos, informa nesta quinta-feira a agência de notícias japonesa "Kyodo".

Ao ser pulverizado sobre uma área determinada, o reagente, ainda em fase experimental, pode ressaltar um carcinoma de tamanho inferior a um milímetro. O reagente dá às células malignas um brilho de cor verde, detalham os cientistas na última edição da revista médica "Science Translational Medicine".

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A ressonância magnética e outros métodos existentes são incapazes de destacar tecidos cancerígenos de dimensões tão pequenas. A equipe considera que este avanço poderá, no futuro, ajudar a detectar com maior precisão e menor custo o desenvolvimento de um câncer.

"A capacidade do olho humano em detectar, sem ajuda, pequenos focos de câncer ou limites precisos entre o câncer e o tecido normal durante a cirurgia ou a endoscopia é limitada", explicam os pesquisadores em seu artigo.

Yasuteru Urano, professor de Bioquímica da Universidade de Tóquio, e Hisataka Kobayashi, cientista-chefe dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, são os dois pesquisadores que lideram a equipe. Eles esperam que o reagente possa ser utilizado dentro de poucos anos.

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O reagente desenvolvido emite um brilho verde em questão de minutos graças a uma reação química quando entra em contato com uma enzima chamada GGT, só presente na superfície das células cancerígenas.

Durante a pesquisa, o grupo conseguiu fazer com que o tecido afetado brilhasse 20 vezes mais que o restante, poucos minutos após pulverizar o reagente sobre o abdômen de ratos que tinham recebido células humanas afetadas por câncer de ovário.

A equipe ainda terá de certificar que a molécula fluorescente não é tóxica para o restante das células, mas já afirma que não foram detectados efeitos perigosos, mesmo ao utilizar grandes quantidades do reagente.

Fonte: iG.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Transplante de neurônios recupera funções cerebrais

Nova técnica, usada em camundongos, ainda precisa ser aperfeiçoada, mas é esperança no tratamento de doenças que afetam o cérebro

Doenças que afetam o cérebro comprometem a qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Uma nova pesquisa publicada nesta quinta-feira (24) no periódico científico Science mostrou que o cérebro de mamíferos aceita mais reparos na idade adulta do que se imaginava.

Feito por pesquisadores da Universidade de Harvard, do Hospital Geral de Massachusetts e Centro Médico Beth Israel, o trabalho implantou neurônios de embriões de camundongos em animais adultos que tinham uma deficiência cerebral, a incapacidade de responder ao hormônio leptina, responsável por regular o metabolismo e controlar o peso em diversos mamíferos, entre eles o camundongo e o homem.

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Como consequência, os camundongos adultos que tinham obesidade mórbida à falta de leptina emagreceram e passaram a ter um metabolismo normal. “O que fizemos aqui foi reconectar um sistema do circuito cerebral que geralmente não se regeneraria naturalmente e isto restaurou substancialmente sua função normal”, afirmou Jeffrey Macklis, de Harvard, em podcast disponibilizado pela revista.

Aparentemente, o que ocorreu no hipotálamo dos camundongos adultos – local em que foram inseridos os neurônios – foi que estes se diferenciaram em quatro tipos diferentes de neurônios, formaram conexões e restauraram a capacidade de processar o sinal da leptina.

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Embora não seja um meio prático para tratar obesidade, o estudo traz evidências de que este tipo de transplante pode ajudar a recuperar funções em regiões do cérebro que controlam mecanismos complexos – o hipotálamo gere, por exemplo, emoções, comportamento sexual, temperatura corporal, sede, entre outros.

Os resultados também mostraram aos pesquisadores que, em teoria, há a possibilidade de aplicar técnicas similares para outras doenças neurológicas e psiquiátricas. “Nosso próximo passo é fazer perguntas paralelas para outras partes do cérebro e da medula espinhal, relacionadas a esclerose lateral amiotrófica e traumas medulares. A pergunta é: nesses casos, podemos reconstruir o circuito no cérebro de um mamífero? Imagino que sim”, afirmou Macklis.

Fonte: iG.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Câncer visto em 3D

Uma das principais características das células cancerosas é que determinadas regiões de seu DNA tendem a se duplicar muitas vezes, enquanto outras são eliminadas. Essas alterações genéticas costumam auxiliar as células a se tornar mais malignas, tornando-as mais capazes de crescer e se espalhar pelo corpo.

Um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, observou que a estrutura tridimensional do genoma das células tem um papel fundamental em determinar quais partes do DNA têm mais chances de serem alteradas nas células tumorais.

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Os pesquisadores, liderados por Leonid Mirny, do MIT, desenvolveram uma técnica para comparar a arquitetura em 3D da cromatina (complexo de DNA e proteínas dentro do núcleo celular) com aberrações cromossômicas frequentemente observadas em cânceres.

O estudo, publicado no dia 20 de novembro na revista Nature Biotechnology, mostrou que quaisquer dois pontos que frequentemente se encontram têm mais chances de formar o final da molécula de DNA que é cortado ou duplicado.

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“Aparentemente, as aberrações cromossômicas no câncer são formatadas pela estrutura do cromossomo”, disse Mirny. Segundo ele, o estudo revela mecanismos que poderão ajudar a apontar locais que hospedam genes causadores de câncer e ainda não identificados.

Os cientistas pretendem analisar genomas em 3D de diferentes tipos de câncer, para verificar se alterações que costumam ocorrem em tumores no fígado, por exemplo, são diferentes dos que atingem o pulmão.

O artigo High order chromatin architecture shapes the landscape of chromosomal alterations in cancer (doi:10.1038/nbt.2049), de Leonid Mirny e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Biotechnology em www.nature.com/nbt/journal/vaop/ncurrent/full/nbt.2049.html.

Fonte: Agência Fapesp.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

As redes sociais e a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Uberlândia

O mundo está conectado. Prova disso são as redes sociais, lugares cibernéticos onde pessoas de várias idades interagem em busca de diferentes contatos, sejam eles profissionais ou pessoais. Nesses locais, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) – Uberlândia se inseriu com perfis no Orkut, Facebook e Twitter, além de comunidades e páginas onde os usuários dessas redes puderam ler sobre as curiosidades da área de ciência e tecnologia ao serem direcionados para o blog da Semana, o qual recebeu mais de 12 mil visitas antes, durante e após o evento.

Empresas, jovens e adultos têm adicionado frequentemente o perfil da Semana no Facebook, com uma média de cinco pedidos de amizade por dia. Além disso, as micropostagens do Twitter são retweetadas, isto é, repetidas por outras pessoas diariamente. Isso impactou positivamente no número de participações no evento, haja vista que a população compareceu aos eventos realizados em nossa cidade.

Os números não mentem: a 3ª edição da SNCT Uberlândia foi um sucesso!


Números da SNCT nas redes sociais*

Twitter (@SNCTUberlandia)
Postagens (Tweets): 175
Retweets: 20
Seguidores: 86

Blog (http://www.sctuberlandia.blogspot.com/)
Postagens: 160
Acessos: 12.635

Perfil do Facebook (SNCT Uberlândia)
Amigos: 787

* Dados coletados até 28 de novembro de 2011.

Rafael Abrahão de Sousa
Revisor de textos e editor deste blog



 
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